A abordagem tradicional de segurança, focada em corrigir vulnerabilidades antes que sejam exploradas, está obsoleta. Com a crescente velocidade de desenvolvimento de exploits e a inevitabilidade de zero-days, é crucial mudar o foco para a estrutura da rede, garantindo que os pathways de ataque sejam limitados.
Detalhes Técnicos
Mudança de Paradigma: Em vez de apostar na correção imediata de vulnerabilidades, é necessário assumir a violação e focar na limitação do alcance de exploits dentro da rede.
Visão de Rede: A maioria das equipes de segurança tem uma visão errada da forma de sua rede, o que facilita a movimentação lateral dos atacantes.
**Ferramentas de Penetration Testing:** Ferramentas como o Metasploit, criado por HD Moore, são essenciais para simular ataques e testar a resiliência da rede.
Modelos de Análise: Frameworks como o Diamond Model of Intrusion Analysis (Sergio Caltagirone, Andrew Pendergast, Christopher Betz, 2013) e Cyber Kill Chain (Eric M. Hutchins, Michael J. Cloppert, Rohan M. Amin, 2011) ajudam a entender e estruturar a análise de intrusões.
Ransomware: Grupos como qilin, bavacai, killsec3, stormous e black x estão ativos, atacando diversos setores, o que reforça a necessidade de uma abordagem focada na estrutura da rede.