Detalhes Técnicos

  • Modelos de Construção: Código, baixo código e sem código são avaliados para sua viabilidade em longo prazo.
  • Integração com SIEM: Ferramentas com automação integrada são consideradas para sua eficiência.
  • Monólitos de Playbook Corporativos: Avalia a capacidade de lidar com playbooks complexos.
  • Trio de Velocidade sem Código: Ferramentas que oferecem velocidade sem necessidade de código são avaliadas.
  • Orquestradores Fundidos com Inteligência: A capacidade de integração com inteligência de ameaças é crucial.
  • Linhagem Absorvida: Ferramentas que já incorporaram linhagens de produtos são consideradas.

Recomendações

  1. Avaliar a compatibilidade das ferramentas com as necessidades específicas de automação e orquestração da equipe.
  2. Considerar o modelo de construção que melhor se adapta às habilidades e recursos da equipe.
  3. Testar as ferramentas com casos de uso reais para avaliar sua eficiência.
  4. Analisar a capacidade de integração com outras ferramentas de segurança existentes.
  5. Verificar a escalabilidade e sustentabilidade das soluções em longo prazo.

Próximos Passos

  • Realizar testes de prova de conceito com as ferramentas mais promissoras.
  • Envolver equipes de segurança e TI na avaliação e seleção do processo.