Dois processos alegam que robôs de entrega escaneavam rostos de clientes sem consentimento, vinculavam os escaneamentos a nomes e endereços, e usavam-nos para treinar IA. Os robôs de entrega estão acusados de violar a privacidade dos clientes.
Detalhes Técnicos
Os robôs de entrega foram acusados de realizar escaneamento facial sem consentimento, o que é uma violação da privacidade dos clientes.
Os escaneamentos faciais foram vinculados a nomes e endereços dos clientes, o que pode ser usado para identificar indivíduos.
Os dados coletados foram usados para treinar algoritmos de Inteligência Artificial (IA), o que pode ser usado para melhorar a precisão da identificação facial.
A coleta e uso de dados biométricos, como impressões faciais, são regulamentados por leis de privacidade em muitos países, incluindo a GDPR na Europa e a LGPD no Brasil.